O Director Nacional dos Desportos, António Gomes, falou sobre a possível redução da atletas convidados pelas Federações Internacionais na delegação angolana para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016 merecem reacções de todos os quadrantes desportivos.
Por sua vez o vice-presidente do Comité Olímpico Angolano (COA), Mário Rosa, assegurou que a sua instituição está a trabalhar no sentido de não deixar ninguém para trás. Para Mário Rosa, além dos que conseguiram o apuramento directo existem outros que beneficiaram de wild card (convites) das instituições desportivas internacionais por mérito. São os casos, por exemplo, do atirador do 1º de Agosto, Paulo Silva, e do velejador Manuel Lello.
"A Federação Internacional não faz convite a qualquer um. Se o convite chegou até as mãos dos atletas, quer dizer que de facto têm valor internacional. No entanto, independentemente das dificuldades financeiras que o país atravessa, temos de valorizar o mérito desses atletas e orgulhar-nos pelos nossos filhos que chegaram aos Jogos Olímpicos", ressaltou.
A 70 dias para a estreia da maior festa desportiva do mundo, a decorrer no Rio de Janeiro Brasil, Maria Rosa disse que o vice-presidente do COA ainda não recebeu as verbas para os Jogos Olímpicos.
"Estamos a trabalhar com as federações para que todo o atleta apurado esteja ao alto nível a fim de participar dos Jogos Olímpicos. Estamos a ir ao Rio de Janeiro para competir e não participar. Para tal, temos de ir bem preparados e aspirar bons resultados. Temos de mostrar às pessoas que somos capazes de conseguir bons resultados. Se conseguirmos obter medalhas, melhor para todos os angolanos", concluiu.

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